
Para pequeno almoço comi uns snacks que tinha trazido de Portugal e rumei viagem; antes tive que comprar o tiquet da autoestrada - uma espécie de via verde com todas as portagens incluídas - para poder circular livremente na Áustria: 8 euros.

Rumei a sul, em direcção à Eslovénia, perseguindo o calor. Apesar de ter começado o dia com 19ºC e ter chegado a apanhar 29 ºC, os verdes Alpes que me acompanharam toda a viagem apresentavam o cume coberto de neve. Autênticas paredes de centenas de metros erguem-se no ar e reduzem-nos à nossa minúscula dimensão.

Cruzada a fronteira da Áustria com a Eslovénia, passados uns quilómetros, virei para Bled. Na autoestrada tinha a indicação de Jezera e, como aprendi há uns anos na Croácia, onde tem Jezere é porque há algo extremamente belo para ver.
Um lago de águas transparentes e com castelos à volta. Que regalo!
Não mergulhei porque queria chegar cedo a Ljubjana.

Que lugar belo. Uma capital cozy, que vive ao som da música. Passeei no centro e subi ao castelo. Fui provar sabores tradicionais no festival de comida de rua. Conheci a Lara que promovia o jogo com a Inglaterra. Fui ao mercado de vegetais e flores - que belas cerejas e groselhas. Ouvi um soundcheck de um concerto que vai ser daqui a pouco: música clássica, tango, jazz, tocado por uma banda que tinha um acórdeão, piano, violino, viola e contra-baixo.
Daqui a pouco começa o Eslovénia-Inglaterra e a cidade está pronta para a festa!
com que então chegaste a Bled por acaso... bendita sorte, excelentes lugares para uma viagem de estrada
ResponderEliminarNas viagens, os acasos e coincidências são o rastilho para haver estórias. Bled foi uma delas.
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