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quarta-feira, 13 de maio de 2015

Motivar com viagens e desporto motorizado

João Rebelo Martins, depois de 15 anos dedicado às quatro rodas, tendo ganho diversos títulos nacionais e conquistado muitas corridas e pole-positions, dedicou-se, em 2015,  às duas rodas.
Fará algumas corridas do Campeonato Nacional de Clássicas, a bordo de uma Yamaha RD 350, e fará diversas viagens aventura, de moto, pela Europa, Ásia e Oceânia. 2015 vai ser “Um ano de Aventuras”.
Usando toda a sua experiência como piloto e como viajante, João Rebelo Martins tem dado várias conferências sobre os temas “motivação”, “liderança” e como as viagens servem para um maior conhecimento do mundo e de cada um.
Em empresas, nas escolas Soares de Bastos – Oliveira de Azeméis -, Augusto Gomes – Matosinhos -, Colégio de Amorim – Póvoa de Varzim -, e na AM.org Talk – Gaia -, o piloto tem encontrado um público avido de ouvir os seus relatos e a sua forma positiva de encarar as dificuldades que lhe vão aparecendo a cada quilómetro que percorre.
Para Rebelo Martins “ o contacto com as pessoas, com miúdos que se estão a descobrir e que dentro de pouco tempo terão que decidir o que fazer no futuro, é um trabalho fabuloso e muito gratificante. Poder contar o que significa cada fotografia e cada sorriso é fantástico; explicar como se supera cada desafio é uma obrigação porque o meu exemplo pode ajudá-los a encararem de forma positiva as dificuldades que vão surgindo”.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

1.5.15 - Hamburgo | Copenhaga

O hostel de Hamburgo, além de ser nos arrabaldes, tinha um beliche com uma colchão horrível. Tinha colocado o despertador para as sete e às cinco já estava a acordar...
Com isso, consegui sair do hostel às sete e ter tempo para me perder por Hamburgo antes de ir para Copenhaga. Literalmente.
Ameaçava chuva mas até Fehmarn esta ficou-se apenas pela previsão.A Triumph comporta-se como uma berlina de luxo, pesa, mas com grande motor. Tem todos os extras possíveis e imaginários e proporcionou uma viagem agradável.
Foi a sua dimensão que chamou  atenção de um grupo de alemães que viajava para a Suécia, nas suas Maxi-Trail. "Não é muito pesada?"; deixei-a cair, parado, no Ferry e eles ajudaram a levantar podendo, desde logo, avaliar se era pesada ou não. Com isso arranjei companhia na viagem até Copenhaga.
Em  Fehmarn,  no acesso ao Ferry Boat, nas motos, tinha um poste enorme cheio de autocolantes de clubes, marcas e outras coisas relacionadas com motos. Fui lá colocar um autocolante da Roadgalaxy para os próximos viajantes verem!  
O Ferry é uma autêntica fronteira sobre água, dividindo a Alemanha da Dinamarca, em pleno Báltico. Com free shop, restaurantes e zonas de laser, os 45 minutos de viagem passam rapidamente.
Pouco tempo depois de passarmos a fronteira a chuva apareceu e rapidamente deu lugar a saraiva. Um dos alemães saiu disparado pela berma da autoestrada quando tentava travar a moto. Foi um sinal e tempo de vestir o fato de chuva.
Com muito vento e chuva prosseguimos viagem até Copenhaga. Na capital dinamarquesa fomos brindados com sol.
Eles seguiram  para a Suécia e eu fiquei aqui.
O holtel, em comparação como de ontem é um hotel de cinco estrelas. Deixei lá a moto e fui descobrir a pé o centro de Copenhaga.
Vi os lagos, os palácios, o Jardim Botânico, o Tivoli. Fui beber uma cerveja a Nyhavn.
Em Copenhaga respira-se calma.
Na rua fui interpelado por dois rapazes da Unicef para darem  a conhecer a organização. Um deles era nepalês; ficou muito sensibilizado quando perguntei como estava a família dele...
Depois de todas as emoções voltei ao hostel para as contar e para dormir uma sesta.