sexta-feira, 1 de maio de 2015

1.5.15 - Hamburgo | Copenhaga

O hostel de Hamburgo, além de ser nos arrabaldes, tinha um beliche com uma colchão horrível. Tinha colocado o despertador para as sete e às cinco já estava a acordar...
Com isso, consegui sair do hostel às sete e ter tempo para me perder por Hamburgo antes de ir para Copenhaga. Literalmente.
Ameaçava chuva mas até Fehmarn esta ficou-se apenas pela previsão.A Triumph comporta-se como uma berlina de luxo, pesa, mas com grande motor. Tem todos os extras possíveis e imaginários e proporcionou uma viagem agradável.
Foi a sua dimensão que chamou  atenção de um grupo de alemães que viajava para a Suécia, nas suas Maxi-Trail. "Não é muito pesada?"; deixei-a cair, parado, no Ferry e eles ajudaram a levantar podendo, desde logo, avaliar se era pesada ou não. Com isso arranjei companhia na viagem até Copenhaga.
Em  Fehmarn,  no acesso ao Ferry Boat, nas motos, tinha um poste enorme cheio de autocolantes de clubes, marcas e outras coisas relacionadas com motos. Fui lá colocar um autocolante da Roadgalaxy para os próximos viajantes verem!  
O Ferry é uma autêntica fronteira sobre água, dividindo a Alemanha da Dinamarca, em pleno Báltico. Com free shop, restaurantes e zonas de laser, os 45 minutos de viagem passam rapidamente.
Pouco tempo depois de passarmos a fronteira a chuva apareceu e rapidamente deu lugar a saraiva. Um dos alemães saiu disparado pela berma da autoestrada quando tentava travar a moto. Foi um sinal e tempo de vestir o fato de chuva.
Com muito vento e chuva prosseguimos viagem até Copenhaga. Na capital dinamarquesa fomos brindados com sol.
Eles seguiram  para a Suécia e eu fiquei aqui.
O holtel, em comparação como de ontem é um hotel de cinco estrelas. Deixei lá a moto e fui descobrir a pé o centro de Copenhaga.
Vi os lagos, os palácios, o Jardim Botânico, o Tivoli. Fui beber uma cerveja a Nyhavn.
Em Copenhaga respira-se calma.
Na rua fui interpelado por dois rapazes da Unicef para darem  a conhecer a organização. Um deles era nepalês; ficou muito sensibilizado quando perguntei como estava a família dele...
Depois de todas as emoções voltei ao hostel para as contar e para dormir uma sesta.




   

Sem comentários:

Publicar um comentário