domingo, 8 de março de 2015

7.3.15 - Oliveira de Azeméis | Cedrim - Rota da Lampreia


Todos os anos, pelo menos em família, é obrigatório rumar a Cedrim para comer lampreia. Num tasquinho idêntico a tantos outros que se podem encontrar no Vouga, foi-nos servido o petisco " à bordalesa" e em arroz. Leite creme, aletria e queijo com marmelada para sobremesa. A acompanhar, um Reserva da Quinta do Estanho, claro está!
Contudo, antes de almoço, foi necessário chegar a Cedrim.

Aproveitando o bom tempo, estreei o Nau de enduro, que usei com os Oakley; e por falar em estreias, levei as novas calças da Alpinestars, bastante confortáveis -, e montei na moto as cameras da Liquid Image. Senti-me um top rider!
Saí de Oliveira de Azeméis e rumei a Vale de Cambra. Segui por S. Pedro de Castelões, subi à Senhora da Saúde e depois foi sempre a descer até ao Vouga, por Decide, Dornelas, Boialvo, Sever do Vouga, Pessegueiro do Vouga.
Cruzando a ponte, virei à esquerda - para a direita sobe-se para o circuito de Rallycross - e a aldeia de Cedrim aparece sob a direita.
Uma aldeia simpática, com casas por onde o tempo passou e onde ainda se lê " Vota AD". Um riacho cruza o casario e perde-se mais à frente.
Um percurso pedestre de grande beleza ajuda à digestão e e dá o mote para a etapa da tarde: regressar a casa.
Descendo até à ponte, virei à esquerda e acompanhei o rio. O amarelo primaveril brota das árvores e dá outra cor à viagem.
Atravessei o rio com o intuito de ir visitar o Museu de Sernada, onde se encontram as maravilhas ferroviárias portuguesas. Chegado lá decidi não entrar; preciso de um guia para tal museu e ninguém melhor que o Ricardo Grilo.
Ricardo, para quando a visita?
O regresso a casa deu-se pela N1.
Podia ter feito todo o percurso por autoestrada. Mais rápido, é certo. Mas não tinha a mesma piada.




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