domingo, 3 de maio de 2015

3.5.15 - Lund | Helsingborg | Helsingor | Copenhaga

Ontem , depois de ter escrito o texto, ter dormido uns minutinhos e tomado banho, saí para jantar. Fui para uma esplanada mas, com o passar do tempo, o frio foi aumentando e, então decidi sentar-me no interior, ao balcão. Na parede, o cartaz dos 1000 km de Barcelona de 1971, com a silhueta de um 917. O empregado disse-me logo que era grande fã de corridas e que tinha dois Peugeot 205 para ir aos track-days. Não é difícil de imaginar que ficamos a falar grande parte do jantar.
Hoje, uma vez mais o sol decidiu aparecer de manhã cedinho e cheio de energia.
Com uma hora de atraso - o hostel era cheio de tecnologia e domótica mas, como sempre, tem que haver uma mão humana e essa mão era necessária para abrir o portão da garagem onde estava a moto - saí de Lund e fui em direcção a Helsingborg. Por auto-estrada,os pouco mais de 50 km fizeram-se bem.
Chegado a Helsingborg
 , quando parei a moto, pararam duas Harleys ao meu lado. Um sueco e um emigrante croata de Zadar, ambos chamando-se João, mas nos seus idiomas. Conversamos, mostrei-lhes o blog e fiz-me à vida.
Subi à torre do castelo e tive a percepção da importância do controlo do mar - a Dinamarca está à vista, a apenas 20 minutos de barco - desde tempos antigos.
Antes de apanhar o ferryboat passeei pela marina e vi imensas alforrecas pequenas naquelas águas.
Cruzei o Báltico e encontrava-me, uma vez mais, no reino da Dinamarca.
Segui pela costa até Copenhaga. Tão lindo!
Pequenas praias, muitos veleiros, vilas com casas bonitas e que se enquadravam na paisagem. Pelo estilo das casas, a localização e a quantidade de Aston Martin, Porsche e Ferrari com que me cruzei, facilmente reparei com estava numa zona luxuosa, muito fancy. Mas não era pretensiosa ou opulenta.
Cruzei-me com centenas de motos, Harleys e outras choopers, fazendo lembrar os vikings; e estamos na terra deles.  
Nesta parte da viagem abri a viseira do Nau e deixei entrar o cheiro a maresia. Uhmm tão bom!
Cheguei a Copenhaga e fui ao hostel, mesmo no centro, deixar a moto e trocar de roupa. Novamente deambulei pela cidade, vendo o que ainda não tinha visto: a estátua da sereia, David, de Miguel Ângelo, o Museu de Design, e mais umas ruelas que me pareceram interessantes.
A estátua da sereia, aos meus olhos, ficam bem enquadrada com o menino da pila de Bruxelas: são tão pequenas que desencantam as mais baixas expectativas.
Entre crepes e cerveja, acabei a tarde em Nyhavn a apanhar sol e a ouvir um musico de rua a cantar êxitos dos 90`s.



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