quarta-feira, 22 de julho de 2015

19.7.15 - Ilhas Cíes

Já escrevi e re-escrevi esta crónica vezes sem conta.
Já utilizei provérbios populares e achei que era contra todas as regras de bom senso e bom gosto.
Já fiz o pino ou trinta por uma linha, sem sair nenhuma que eu gostasse particularmente.
Julho e não havia sol; com os pingos da chuva a ameaçarem cair.
A visibilidade não era a melhor: eu atrevo-me a dizer que foi o pior mergulho da minha vida; mas a amostra é tão tão reduzida que apenas serve para a piada. Apesar disso vi algas de cores giríssimas, estrelas e pepinos do mar, chocos, sargos, dois salmonetes, budiões; um polvo pequeno largou a sua tinta quando o tentei brincar com ele.
A exemplo do mergulho no Relaxe, não tive problemas a compensar os ouvidos o que me deixou muito satisfeito.
E depois, no final, há tudo aquilo por que vale a pena mergulhar mesmo quando as condições não são as melhores: a amizade.
Obrigado Roças, Sandra, Sara, Paulo, Carlos, Simão, Pedro, Ricardo, Angélica, Teles.
No fim de Agosto voltamos a mergulhar juntos; vocês terão estórias do Mar Vermelho e eu da Grande Barreira de Coral. Estórias que fazem a história do CCD.



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