segunda-feira, 6 de julho de 2015

4.7.15 - Berlenga

Saindo de Peniche num pequeno barco preparado especificamente para o mergulho, deixamos o forte do lado direito e entramos em mar aberto, em pleno Atlântico, rumando a um dos mais belos lugares de Portugal: a Berlenga.
A vaga era redonda, com metro e meio de altura e o barco saltitava entre as ondas; dando alguma diversão à viagem.
Chegado à Berlenga, fomos direitos ao Primavera - um barco afundado em 1902, carregado de mármore italiano.
A água estava a 17ºC, com excelente visibilidade e, durante 44 minutos, vi a vida que se encontra nas profundezas: Maria da Toca, Marinas, Nudis, Garoupa, Rodovalho, Ruivos, Salemas, Chocos. Tudo numa paz, aparente, tudo vivendo em liberdade na natureza. A 20,1 metros de profundidade, junto à areia e debaixo do que resta do casco do navio, um Safio.
Depois de todas esta actividade foi tempo de vir à superfície, contar as aventuras, trocar as garrafas e voltar a mergulhar.
Desta vez fomos para o spot Relaxe: uma parede junto ao forte de S. João Baptista.
Aqui, além de toda a fauna e flora, dada a baixa profundidade - 9,5 metros - os raios de sol entravam pela água e criavam uma imagem lindíssima das ondas a baterem na rocha.
No final, debaixo de um sol lindo e tendo o mar azul como pano de fundo, observados pelas gaivotas e o corvos marinhos, comemos um farto piquenique, acompanhado de cerveja e muitas estórias que fazem a família do CCD Porto bastante unida. Obrigado por me acolherem entre vocês.

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