segunda-feira, 10 de agosto de 2015

10.8.15 - Cairns | Magnetic Islands

Depois do mergulho brutal, da experiência número 1 na viagem, fomos sair e acabamos num bar a beber cerveja e vinho tinto, ao som de uma banda local.
Hoje de manhã levantamo-nos cedo, mas não tão cedo como ontem, e fizemo-nos à estrada.
350 km separavam-nos do paraíso.
Saíndo de Cairns rumo a sul, pela A1, uma estrada nacional onde passam todo o tipo de veículos e cruza várias cidades. Depois de vários locais património universal da humanidade - parques naturais e cascatas - , de vermos o Pacífico do lado esquerdo do carro, de adormecermos vezes em conta, chegamos a uma cidade piscatória chamada Townsville.
Aí esperamos duas horas por um ferryboat que nos levou até às Magnetic Islands.
Durante esse tempo, num curto passeio a pé pelo porto, vi Rotary. O barco de salvamento da guarda costeira tinha o símbolo que nos caracteriza e nos universaliza.
Depois foi uma viagem mar adentro, onde adormeci ao sabor das ondas. Quando cheguei: uáu!!! Lindo lindo lindo.
Uma ilha verde, cheia de vegetação de animais e de vida. Cruzamos a ilha de um lado ao outro, porque o nosso apartamento é em Horseshoebay, do outro lado do porto.
Ao chegarmos, uma rua e meia dúzia de casas, um areal estreito, o mar calmo e um pôr-do-sol fantástico.
Foi dar um mergulho, quase de noite, e a água estava quente.
Da praia, atravessamos a rua e jantamos ostras, camarão, santiaguinhos, calamares; caro, mas tão caro como um peito de galinha e galinhas há muitas!
Para finalizar a noite... quando chegávamos ao apartamento, olhei a recepção e não percebi o que tinha visto: se era um canguru pequeno ou um gato gigante. Perguntei à senhora que estava lá e respondeu-me que era um wallabi. Contei-lhe que estávamos na Austrália há vários dias e que aida não tínhamos visto um canguru.
Fácil, disse ela: " peguem no carro, virem na primeira à esquerda e na segunda à direita. Vão a 5 km/ hora porque eles estão por todo o lado".




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